As Tecnologias de Informação e Comunicação no âmbito da Educação Social
Sendo eu aluna do 1º ano do curso de Educação Social, não poderia deixar de falar na importância que as tecnologias de informação e comunicação têm na nossa sociedade.
A nossa sociedade está em constante mudança e assim coloca um permanente desafio ao sistema educativo. As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são um dos factores mais salientes dessa mudança acelerada, a que este sistema educativo tem de ser capaz de responder rapidamente, antecipar e mesmo promover. Dado que a educação e a formação se tornaram numa necessidade constante para a população mundial, em muitas situações as pessoas têm de se sujeitar a uma nova formação, pois dia após dia aparecem novas tecnologias a que as pessoas não estão habituadas.
As TIC têm mostrado a sua importância social de várias maneiras, é pela Internet que temos acesso a todos os tipos de sites sobre os mais diversos assuntos. Existem sites a nível político, a nível cultural, a nível social, a nível psicológico e sites de puro divertimento. As pessoas partilham as suas ideias e opiniões com os outros, não precisam sair tanto de casa para ir às compras e até já podem falar com outras pessoas à distância, por exemplo.
Eu e todos os futuros educadores sociais, devemos estar informados dos diversos tipos de TIC’s, pois iremos lidar com populações que desconhecem estas novas tecnologias e precisam de as conhecer, para se integrarem um pouco mais no mundo globalizado em que vivemos. Os educadores sociais devem combater a infoexclusão, pois todos têm igualdade de oportunidades e é preciso incluir essas pessoas na sociedade, não as pondo de parte. A educação social tenta promover a integração desses indivíduos na sociedade.
É necessário criar uma sociedade de informação e promover o desenvolvimento da oferta e utilização das TIC pelos cidadãos portugueses, introduzindo também algumas alterações no ensino e nas aprendizagens escolares.
“Lute contra a obesidade, proteja-se a si mesmo…”
O estilo de vida actual faz com que inúmeras pessoas, stressadas pelos compromissos do dia-a-dia, mudem os hábitos alimentares da família, substituindo pratos saudáveis e comidas caseiras por pizzas, massas prontas, hambúrgueres e batatas fritas biscoitos e refrigerantes comendo cada vez mais gorduras e menos fibras, aderindo ao que se denomina actualmente por geração fast food.
Este tipo de comida tem um serviço rápido, disponível em horários bastante acessíveis, é relativamente barata, cada vez mais variada a nível de estabelecimentos e próprios produtos e indubitavelmente saborosa. Desta forma cada vez mais as pessoas se têm deixado conquistar por ela.
No entanto, quando este tipo de alimentação se torna um hábito, tem consequências e estas não são de todo inocentes.
Artérias entupidas, colesterol alto, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, apnéia do sono, psicopatias e diabetes são apenas algumas das possíveis consequências do excesso de peso. Mas há outras que se podem considerar ainda mais dramáticas…
Mas há outras que se podem considerar ainda mais dramáticas…
A obesidade é definida, segundo a Organização mundial de saúde (OMS), como uma doença crónica. É hoje considerada uma doença nutricional que mais prevalece a nível mundial e a epidemia do século XXI. Constitui um estado de má nutrição que decorre de um distúrbio no balanceamento dos nutrientes.
O peso excessivo causa limitações no movimento, contaminações e infecções frequentes nas dobras de gordura, sobrecarregamento na coluna e membros inferiores e consequentemente degenerações de articulações da coluna, quadril, joelhos, tornozelos… Para além disto, os malefícios a nível social, afectivo e emocional são também catastróficos. A escolha adequada dos alimentos e a criação de bons hábitos alimentares, bem como a realização de actividade física, são essenciais.
“Lute contra a obesidade, proteja-se a si mesmo…”
Atenção à Fast Food!!
Num mundo acelerado como o nosso, qualquer coisa que nos ofereça comodidade e conveniência a baixo custo, tem futuro garantido. É por ir ao encontro destas nossas, chamemos-lhes necessidades, que a indústria da “fast food” se tem conseguido enraizar nas nossas vidas. Dada a situação de termos estas necessidades de não perder tempo e de comodidade, e de existir alguém que as satisfaça, levar-nos-ia a crer que não temos nada a perder, certo? Mas sim temos!!
Por exemplo: as gorduras saturadas usadas neste tipo de produtos, aumentam os níveis de colesterol, provocam coágulos nas artérias e elevam o risco de doenças coronárias; entre outras coisas.
